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Chatbots, poetas e roteiristas juntos: saiba por quê.

Robô com face humana olhando para a tela

O crescimento de aplicativos de mensagens como Facebook Messenger, Telegram e Skype impulsiona a empresa de tecnologia cada vez mais interessada em soluções de conversação. Mais do que enviar e receber mensagens, o futuro do desenvolvimento mobile está no aperfeiçoamento dos chatbots. Tanto que poetas, roteiristas e escritores já têm vaga garantida nas empresas do Vale do Silício interessadas em humanizar suas aplicações.

Um artigo recente do The Washigton Post estima que em 2025, 12.7 milhões de novos postos de trabalho serão ocupados por profissionais dedicados à construção de robôs ou softwares de automação. Na atualidade já temos alguns exemplos interessantes. É o caso da Cortana, assistente virtual da Windows Phone e o Slack que auxiliam no gerenciamento de produtividade de equipes, especialmente as que trabalham de forma remota. Outros assistentes virtuais já estão disponíveis para treinar meditação, auxiliar no diagnóstico médico e agendar reuniões e enviar e-mail.

Celular e computador mostarndo o Slack funcionando

Para tornar ainda mais simpática a interação com os robôs, empresas como Microsoft, Apple, Google e Amazon investem na contratação de profissionais de teatro, poesia e roteiro para se unir aos designers e desenvolvedores. Chamados de escritores de inteligência artificial, os contadores de história têm a missão de contextualizar perguntas e ações realizadas pelo usuário nos chatbots. Eventos que ficam registrados na nuvem e interpretados pelo robô graças ao avanço das áreas de aprendizagem de máquina e sua capacidade de entender a fala humana.

Além de direcionar a substituição da voz robotizada pelos diálogos humanos, esses especialistas se unem para criar verdadeiros roteiros de interação para os assistentes virtuais. Usar emoticons, exclamações, tom de voz são só algumas das características que devem expressar a personalidade e bagagem emocional imaginada para o chatbot. Um aprendizado que está em fase inicial e que deve superar os dilemas envolvendo o relacionamento do homem com uma máquina cada vez mais parecida consigo. Uma inovação que deve otimizar as áreas que se dedicam ao relacionamento com o cliente.

 


 

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